Sobre uma antropologia visual de Timor-Leste
A partir do livro Timor, Goa e outros Confrontos Etnográficos
Estudos, Ensaios e Documentos, vol. 84, 1959, o autor do blogue Pr’ áqui às voltas
escreve sobre uma antropologia visual de Timor-Leste.
Sãos histórias,povos e costumes que ele registra.Uma viagem a outros tempos.
A respeito da palapeira (uma palmeira, abundantíssima em Timor, cujo pecíolo,
a Palapa- do ‘malaio’
alu- pah-, significa uma esteira para fazer paredes) ,
o autor conta que serve para dar o sàgu, farinha alimentar contida no seu tronco
e para fornecer lenha e material de construção das casas nativas;
em rudimentares habitações de palapeira.

” Foram nestas habitações que se abrigaram muitos Portugueses de Portugal e da Índia Portuguesa, nos tristes dias da ocupação nipónica e nos anos que se seguiram (1941-1945). Conformados com a sua crítica situação, esses portugueses criaram a preciosa blague dos palapácios, nome com que alcunharam suas míseras choupanas!”, explica o autor.
a Palapa- do ‘malaio’
o autor conta que serve para dar o sàgu, farinha alimentar contida no seu tronco
e para fornecer lenha e material de construção das casas nativas;
em rudimentares habitações de palapeira.

” Foram nestas habitações que se abrigaram muitos Portugueses de Portugal e da Índia Portuguesa, nos tristes dias da ocupação nipónica e nos anos que se seguiram (1941-1945). Conformados com a sua crítica situação, esses portugueses criaram a preciosa blague dos palapácios, nome com que alcunharam suas míseras choupanas!”, explica o autor.
Concluindo, diz o autor “que o homem, qualquer que seja a sua raça ou o nível cultural que possua, pertence à mesma espécie, teve origem comum, saiu do mesmo barro frágil e extremamente moldável, a quem Deus, num dos grandes momentos criadores, corporizou e deu a Vida!”.
Os povos de diversas latitudes, são iguais ?! Temos afinidades porque somos, todos, capazes de sobreviver e adaptar às condições mais diversas.
Margarida Castro
03.09.08
03.09.08
Consultei:
Glossário luso-asiático Por Sebastião Rodolfo Dalgado, Joseph
www.geocities.com/timorlorosae2000/massacre.htm
actd.iict.pt/view/actd:AHUD3872
actd.iict.pt/view/actd:AHUD3872
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AS LÁGRIMAS DA PÁTRIA Jorge Linhaça
No país verde-amarelo
correm lágrimas na face
do nosso povo singelo
correm soltas, sem disfarce.
O povo por escabelo
O tempo? Que logo passe!
A gente arranca os cabelos.
A esperança renasce?
(...)